sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

App Lulu - Liminar determina que app apague dados de avaliados sem consentimento



Sucesso no Brasil


O Lulu foi criado em fevereiro deste ano, nos Estados Unidos. A ideia surgiu em um encontro de Alexandra Chong, 32, com as amigas, depois do dia dos namorados (comemorado em 14 de fevereiro nos EUA), quando elas passaram horas conversando. Alexandra teria percebido que ao falar sobre homens, o tom da conversa mudava – foi aí que viu uma oportunidade.
Segundo Deborah, o Brasil superou os Estados Unidos e é o país que mais utiliza o Lulu no mundo. Ao todo, 3 milhões de brasileiras instalaram o aplicativo nessas três semanas de atividade local. O programa, ainda segundo a executiva, é acessado em média nove vezes por dia pelas usuárias do país.
A ferramenta diz ter o objetivo de dar poder às mulheres para elas tomarem decisões inteligentes em relação aos homens...


A desembargadora da 6ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios determinou em liminar que o aplicativo Lulu retire os dados e imagens de pessoas que não tenham consentido em ser avaliadas, sob pena diária de R$ 500. O mérito da ação ainda será julgado pelo juiz de 1ª Instância.


Disponível para celulares, o Lulu é uma espécie de rede social para mulheres avaliarem homens. Em dezembro, ele mudou sua política e passou a exibir só homens cadastrados no aplicativo.



A multa será aplicada também em casos de avaliação anônima e conservação dos dados já existentes, "que somente poderão ser disponibilizadas aos legítimos interessados", de acordo com o Tribunal.



Para baixar em seu celular Smartphone click abaixo:



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