quinta-feira, 9 de junho de 2016

FACEBOOK - Autoriza usuários a recusar publicidade segmentada...

Mark Zuckerberg, cofundador do Facebook 


O Facebook passará a autorizar todos os seus membros a recusar publicidade segmentada como parte de uma evolução das regras de proteção da privacidade, informou nesta sexta-feira a rede social americana.


“Você quer ver anúncios on-line selecionados com base em seus interesses no Facebook?”, pergunta agora o site aos seus membros em todos os países em suas configurações de página.

O site também detalha todos os cookies, pequenos arquivos que informam sobre a navegação na maioria dos sites, que o Facebook impõe aos usuários.

A rede social americana também pediu aos seus usuários europeus que autorizem novamente os cookies, um aval que já condicionava o registro na rede social.

A rede social “concebeu essas atualizações para continuar a cumprir com a legislação europeia”, indicou em um comunicado Stephen Deadman, responsável pela proteção da privacidade do Facebook.

“É importante para nós que as pessoas, editores e anunciantes entendam completamente como funciona a publicidade no Facebook“, acrescentou Stephen Deadman.

Com essa nova política de publicidade mais legível e detalhada, a rede social responde em particular às autoridades francesas, que cobraram esclarecimentos sobre seus métodos de rastreamento de usuários.


Em fevereiro, a Comissão Nacional de Informática e Liberdades (CNIL) concedeu três meses para a rede social atender a uma lei francesa sobre a coleta e uso de dados de usuários da internet.

PUBLICIDADE

A Justiça belga também ordenou o Facebook em 2015 a parar de “rastrear” os internautas sem o seu consentimento.

O Facebook, que afirma ter comercializado até agora apenas publicidades visando a seus membros, também anunciou que vai expandir seus serviços de publicidade segmentada para todos os internautas, e em todo o mundo.

A rede vai colocar cookies em computadores e telefones de todos aqueles que consultem os sites de seus clientes, seguindo “a maioria do setor de publicidade europeu”, disse Stephen Deadman.

Fonte: O Globo



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